Minha sogra me disse para parar, então bloqueei os cartões.

Fase 3. "Vamos comemorar" – e a confiança deles de que eu pagaria de qualquer maneira.

Voltei para a sala de estar de mãos vazias – sem nem mesmo o chá. Taisiya Pavlovna percebeu imediatamente.

"Cadê o chá?", perguntou ela, irritada.

"Agora não", concordei com a cabeça. "Achei melhor discutir isso em outro lugar. Vamos a um restaurante. Está lotado aqui e... tem gente."

Minha sogra se animou imediatamente. Ela adorava restaurantes – ali, por um instante, ela se sentia "nobre".

"Viu só!", disse ela, olhando triunfante para os parentes. "É assim que deve ser. Uma mulher sabe quando obedecer aos mais velhos."

Stas se aproximou e sussurrou:

"Por favor, não faça alarde disso, tá bom? Mamãe está preocupada. Você é esperta."

Eu sorri. Com muita calma.

"Claro, Stas. Eu sou esperta."

Chegamos ao lugar favorito deles: poltronas macias, saladas caras, um cardápio com preços que geralmente chocavam a tia Luba — mas hoje ela se sentia uma ricaça, porque a regra não escrita sempre se aplicava: Ksiusha paga.

Eles pediram com generosidade. Minha sogra queria que "não parecesse miserável". O tio Kostia queria bifes. A tia Luba queria "o melhor". Staś sentou-se relaxado, como um homem prestes a ser alimentado e elogiado por ser uma "mãe forte".

Eu pedi café.

E ela esperou.

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