Fase 4. A conta é colocada na mesa e a primeira garrafa vazia acaba nas mãos da minha sogra.
Quando o garçom colocou a conta em sua mão, Taisiya Pavlovna a aceitou como se estivesse recebendo um diploma. Ela nem abriu a pasta; imediatamente tirou o cartão da carteira.
Meu cartão. O mesmo cartão extra que ela carregava como símbolo de autoridade.
"Eu pago", disse ela em voz alta. "Senão, vão dizer que minha sogra está vivendo às custas dos recém-casados."
Ela passou o cartão na maquininha.
Um rangido.
A maquininha respondeu secamente: "RECUSADO. TRANSAÇÃO IMPOSSÍVEL."
Taisiya Pavlovna piscou.
"O quê...?", repetiu.
Outra recusa.
Alguém na mesa ao lado do restaurante olhou para cima. O garçom sorriu profissionalmente, mas seu olhar era suspeito.
"Tente outro método de pagamento", disse ele em voz baixa.
Minha sogra corou.
"O terminal não está funcionando!", exclamou ela, irritada, e puxou... um segundo cartão. O de Stasova.
Um grito agudo.
RECUSA.
Stas ficou rígido, em posição de sentido, como se estivesse sendo submetido a um teste.
"Padre...", sussurrou ele. "Você fez alguma coisa?"
Tomei um gole de café lentamente.
"Eu?", perguntei com a expressão mais calma possível. "Mas você provavelmente pensa que eu só deveria fazer sopas?"
Taisiya Pavlovna empalideceu completamente. Parecia que todo o sangue havia escorrido do seu rosto para os seus pés.
"Você... você me bloqueou?!", sibilou ela. "Você não tem o direito de fazer isso!"
"Sim", respondi calmamente. "Os cartões estão registrados em meu nome. Os outros usuários são você e Stas. Eu apenas bloqueei o acesso.
Tia Luba vasculhou rapidamente a bolsa:
"Tenho dinheiro... trezentos rublos..."
Tio Kostya tossiu alto e desviou o olhar.
E então começou a parte mais interessante: a confiança sumiu de seus rostos tão rápido quanto se fosse lavada pela água.
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