Andrei Dumitrescu não era apenas o herdeiro de um império.
Ele era Matei Popa.
O filho de uma mulher que nunca desistiu de procurá-lo.
A casa em Snagov já não era fria.
Já não era só mármore e vidro.
Risadas ecoavam na cozinha.
O aroma do cozonac festivo pairava no ar.
Havia duas vidas despedaçadas que se fundiram.
E uma velha cicatriz já não era mais uma ferida.
Esta era a prova de que milagres existem.
E de que, às vezes, Deus não se esquece nem do choro de uma mãe.
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