Mas nem tudo era tranquilidade. Elena às vezes se pegava lançando olhares furtivos para ele. Estudava seu perfil, suas mãos, seu jeito de andar. "Por que vê-lo me machuca tanto?", perguntava-se. "Por que dói tanto abraçá-lo e dizer para ele vestir o casaco quando está frio?"
Dizia a si mesma que era apenas saudade da mãe, que não tinha para onde ir.
Numa tarde fria de novembro, a chuva batia suavemente nas enormes janelas da casa.
Andrei voltou cedo do escritório. Estava cansado, com a mente cheia de números e contratos. Jogou o casaco sobre o encosto de uma cadeira e foi para a cozinha.
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