Para sobreviver, ela começou a trabalhar como governanta.

“Não… isso é impossível”, murmurou ele.

“Por favor”, disse ela, aproximando-se. “Olhe para mim. Olhe bem.”

E então aconteceu.

Não como nos filmes, com música dramática.

Mas de forma direta.

Andrei a observava atentamente. Rugas. Olhos castanhos. O jeito como ela mordia o lábio quando estava animada.

Uma onda de lembranças o atingiu.

Risos.

Uma canção sussurrada.

Uma mão quente.

“Mãe?”, disse ele, com significado pela primeira vez na vida.

Elena caiu em prantos e o abraçou forte, como sonhara todas as noites durante vinte anos.

Não importava que ele estivesse quase com trinta anos. Para ela, ele ainda era uma criança de três anos, perdida na multidão.

Testes de DNA algumas semanas depois confirmaram o que seus corações já sabiam.

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