Amélia assentiu com a cabeça, as lágrimas agora genuínas de medo. "Dona Sebastiana já levou o corpo. Disse que era melhor enterrá-lo logo."
Tertuliano permaneceu em silêncio. "Deus dá, Deus tira", murmurou, fazendo o sinal da cruz. Forçou um sorriso e abraçou as duas crianças vivas. "Que assim seja. Estes dois serão fortes. Bento e Bernardino! Meus herdeiros."
A mentira funcionou. A criança abandonada de pele escura tinha desaparecido oficialmente.
Os dias seguintes pareceram normais, mas Bendita não conseguia conviver com a culpa. Três noites após o parto, ela não aguentou mais. Correu para a cabana na escuridão, esperando encontrar o filho morto. Ao chegar, ouviu um choro fraco.
A criança ainda estava viva.
Bendita caiu de joelhos. "Um milagre!", sussurrou. Pegou a criança nos braços e tomou uma decisão: não a abandonaria. Criaria-a em segredo. Deu-lhe o nome de Bernardo.
Cinco anos se passaram. Na casa grande, Benedito e Bernardino cresceram como príncipes. Na selva, Bernardino cresceu nas sombras, nutrido pelo amor de uma escrava. Benedita o visitava todas as noites, trazendo-lhe restos de comida e remendando suas roupas. "Não deixe ninguém te ver, meu filho", dizia ela. "Se o Coronel descobrir, ele nos matará."
Joana, filha de Benedita, já tinha onze anos e suspeitava que a mãe desaparecia com frequência. Ela era astuta. Certa noite, seguiu a mãe silenciosamente e, por uma fresta na cabana, viu-a segurando uma criança desconhecida. Naquela mesma noite, perguntou a Benedita: "Quem é essa criança da selva, mamãe?"
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