Mas por escolha.
Os anos se passaram.
Santa Esperança tornou-se uma referência na região. A renda de Mariana chegou até à capital. O nome da fazenda passou a ser associado não ao medo, mas ao trabalho digno e à prosperidade compartilhada.
Seu pai, Seu Antônio, envelheceu em paz. O dinheiro que recebeu não foi desperdiçado. Com a ajuda da filha, abriu uma pequena loja na aldeia. Abandonou o jogo. Nunca mais tocou em cartas.
Numa bela manhã, muitos anos depois daquele casamento tranquilo, o choro de um bebê ecoou na casa grande.
Mariana segurava nos braços uma menina de olhosãozinha da filha como se segurasse seu próprio milagre.
Deram-lhe o nome de Esperança.
Porque era isso que tinham aprendido.
O destino pode começar como uma imposição…
Mas o tempo, ao encontrar coragem e bondade, reescreve a história.
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