Eles conversaram sobre a infância dela. Sobre as viagens dele quando era jovem. Riram de histórias simples.
O acordo tácito que os unia começou a ruir.
Algumas semanas depois, foi ele quem conseguiu romper a última barreira.
"Mariana...", começou ele, com a voz menos decidida que o habitual. "Se ainda houver espaço no seu coração... eu gostaria que nosso casamento deixasse de ser apenas um acordo."
Ela olhou para ele.
Ele não viu ali um "homem de pedra", mas um homem cansado de carregar sua dor sozinho.
"Faz muito tempo que não me sinto prisioneira aqui", respondeu ela. "E o que cresceu entre nós não foi forçado."
Ele segurou a mão dela.
Desta vez, não foi por obrigação.
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