Em apenas dois anos, tudo havia desaparecido: as joias herdadas, os poucos talheres que ela havia guardado, a loja que outrora enchera a família de orgulho. Tudo.
Mariana costurava até os dedos arderem. Dava aulas de música a quem pudesse lhe dar algumas moedas. Mas nunca era o suficiente.
Numa tarde fria de junho, quando o sol se punha mais cedo e as sombras se alongavam, alguém bateu à porta.
Era o Coronel Augusto. Dono da fazenda Santa Esperança. O homem mais rico da região… e também o mais temido.
O Coronel Augusto era alto, de ombros largos, com uma barba espessa e olhos escuros tão profundos que pareciam nunca piscar. Vestia-se sempre de preto desde o dia em que sua esposa, Helena, e o filho que ela esperava morreram durante um parto difícil.
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