Na aldeia, chamavam-no de "o homem de pedra", pois ninguém se lembrava de tê-lo visto sorrir.
Ele viera cobrar uma dívida. Uma dívida tão grande que o Sr. Antônio perderia sua casa e tudo o que lhe restava – e não era muita coisa.
Sentado em seu quarto, com a voz fria como a lâmina de uma faca, o coronel disse que havia apenas uma maneira de quitar essa dívida. Apenas uma.
Ele precisava de uma esposa. Não por amor. Não por companhia. Mas de uma mulher que restaurasse a ordem na casa e desse vida à fazenda abandonada.
Em troca, ele pagaria todas as contas, devolveria a casa e daria a Seu Antônio o dinheiro para recomeçar a vida.
A condição não deixava dúvidas: Mariana seria sua esposa.
Seu Antônio baixou a cabeça. Estava tremendo. E murmurou quase inaudivelmente:
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