Ela viu uma ansiedade contida nos olhos dos trabalhadores. Ouviu o medo de perder o emprego nas conversas sussurradas na cozinha. Sentiu o peso da responsabilidade esmagando os ombros do marido em seu silêncio prolongado.
Numa noite particularmente quente, ele encontrou o coronel sentado sozinho na varanda, encarando o horizonte escuro.
"A fazenda vai ruir", disse ele, sem olhar para ela. "Talvez eu tenha sido arrogante demais ao pensar que podia controlar tudo."
Mariana sentou-se ao lado dele. Pela primeira vez, tão perto que seus ombros quase se tocaram.
"A terra responde ao cuidado", respondeu ela suavemente. "As pessoas também."
Ele desviou o rosto, surpreso com a determinação da jovem que um dia ali trabalhara por contrato.
"O que você está sugerindo?"
Mariana respirou fundo.
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