Com as mãos enlameadas, ele puxou a corrente. Soltou-a com dificuldade. Juntos, levantaram a tampa.
Dentro havia pacotes embrulhados em tecido grosso. E embaixo deles, potes de vidro bem fechados.
Ao abrir o primeiro pote, ele entendeu por que o cheiro lhe era tão familiar.
Dinheiro.
Não notas, nem papéis sem valor. Mas moedas antigas de ouro e prata. Moedas amarelas de verdade, da época da realeza. E embaixo delas, em uma sacola de lona, jaziam papéis amarelados: escrituras de propriedade, recibos e uma carta.
Com dificuldade, ergueram a caixa até a superfície. Roziţa ficou perto da fonte, observando-os calmamente, como se soubesse que seu trabalho estava terminado.
Nea Vasile sentou-se na grama e começou a ler a carta. Estava escrita com a letra de seu avô.
"Se você está lendo isto, significa que os tempos foram difíceis. Escondi aqui tudo o que pude economizar. Nunca se esqueça de que a terra e o trabalho honesto sustentam um lar. Use seu dinheiro com sabedoria, não para prazer, mas para o futuro."
Lágrimas brotaram em seus olhos.
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