…Na lama, a poucos passos de distância, jazia um velho baú de madeira, amarrado com uma corrente enferrujada.
Seu coração batia tão forte que parecia zumbir em seus ouvidos.
“Ioane!” gritou ele para cima com a voz trêmula. “Tem alguma coisa aqui!”
Seu amigo acendeu outra lanterna e desceu também, mais devagar e com mais cautela. Ambos se aproximaram do baú como se fosse algo vivo. A madeira estava inchada de umidade, mas ainda intacta. Na tampa, quase apagadas, estavam as iniciais “I.V.” — o nome do avô de Vasile, tio Ilie Vasile.
Um arrepio percorreu sua espinha.
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