Aos 36 anos, decidi casar com uma mulher que toda a aldeia chamava de mendiga.

Com voz calma, ela disse:

"Obrigada por me procurarem. Mas minha vida é aqui. Meu marido me acolheu quando eu não tinha nada. Encontrei paz aqui. Minha família está aqui."

Houve lágrimas. Abraços. Promessas de manter contato.

Os carros partiram como chegaram, deixando para trás uma vila transformada para sempre.

Naquela noite, os vizinhos vieram ao portão. Alguns pediram perdão. Outros trouxeram biscoitos para as crianças.

Sentei-me na soleira da porta, ao lado de Andrée. Observei o pôr do sol sobre o nosso jardim.

Eu não me casei com um mendigo.

Casei-me com a mulher mais forte que já conheci.

E naquele dia, toda a vila entendeu que o valor de uma pessoa não está no que ela possui, mas no que carrega na alma.

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