O médico então perdeu completamente a paciência.
Rindo, ele explicou que a esponja havia acumulado bactérias com o tempo. O uso em áreas sensíveis causou o odor desagradável; não era doença nem infecção, apenas um descuido de higiene.
"Regra número um", disse o médico, enxugando os olhos, "nunca compartilhe esponjas de banho."
Saí do consultório sem saber se ria, gritava ou comprava imediatamente uma prateleira inteira de produtos novos para o banheiro. No caminho para casa, meu marido pediu desculpas pelo menos dez vezes. No fim, acabei rindo. Principalmente porque a alternativa teria sido perder a cabeça por algo tão ridículo.
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