"Ana... Eu... Eu não sabia..."
Interrompi-o com um gesto de mão.
"Não era sua obrigação saber. Minha obrigação era ter sucesso."
Meu pai ficou sem palavras.
Caminhei com confiança por entre eles e sentei-me à mesa como uma mulher completa, não como a garota que eu havia deixado para trás. E, pela primeira vez, o mundo não me olhava mais com seus próprios olhos. Eles me viam com os meus.
É assim que se sente a liberdade.
Não quando você vai embora.
Mas quando você volta, só que de uma forma diferente.
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