No aeroporto, papai fez uma careta.

"Ana... Eu... Eu não sabia..."

Interrompi-o com um gesto de mão.

"Não era sua obrigação saber. Minha obrigação era ter sucesso."

Meu pai ficou sem palavras.

Caminhei com confiança por entre eles e sentei-me à mesa como uma mulher completa, não como a garota que eu havia deixado para trás. E, pela primeira vez, o mundo não me olhava mais com seus próprios olhos. Eles me viam com os meus.

É assim que se sente a liberdade.

Não quando você vai embora.

Mas quando você volta, só que de uma forma diferente.

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