Pronto.
Mariana ouviu tudo do lado de fora da porta. Ela não gritou. Não correu. Não reclamou.
Simplesmente chorou em silêncio, com o coração partido.
Uma semana depois, o casamento aconteceu em paz e tranquilidade, numa capela quase vazia. Sem flores. Sem recepção. Sem risos.
O Coronel a levou para Santa Esperança numa carruagem escura.
No caminho, foi direto: nada de lágrimas, nada de sentimentalismo. Era um acordo. Ele cuidaria das coisas materiais, ela cuidaria da casa. Não dividiriam o quarto. Não compartilhariam afeto.
Mariana assentiu. Sentiu uma estranha mistura de alívio e dor apertar seu peito.
A fazenda era vasta. E fria, como um mausoléu.
Os jardins estavam tomados pelo mato. Os móveis, cobertos de poeira. Havia um silêncio absoluto.
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