A poeira dançava na luz. O quarto permanecia intocado, como se o tempo tivesse parado ali.
"Eu vivia preso aqui", disse ele sem olhar para trás. "Aprisionado pelo que perdi."
Mariana aproximou-se lentamente.
"O amor não se trata de apagar o que foi", murmurou ele. "Trata-se de deixar algo novo florescer ao lado."
Ele fechou os olhos.
E, pela primeira vez, ela chorou.
Não por culpa.
Mas por libertação.
Naquela noite, eles não comeram um de frente para o outro à mesa.
Sentaram-se lado a lado.
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